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Dicas para conseguir estágio nos primeiros períodos:

0 Comentarios | Postado em fev 04 2010

Conseguir um bom estágio para quem está no início de um curso é complicado, porque o aluno poed oferecer pouco em troca da experiência que vai obter, mas aí vão algumas dicas:

  1. se você não tem experiência para oferecer, então prepare-se para trabalhar de graça por um tempo em troca de obter experiência. Depois use essa experiência obtida para negociar uma outra vaga em um próximo estágio
  2. não trabalhe de graça por muito tempo, porque isso não é saudável para ninguém, então aprenda rápido!
  3. escolha em que área deseja trabalhar: redação, direção de arte, atendimento, mídia, produção, operação etc para procurar vagas mais focadas
  4. liste várias empresas da região onde você mora ou próximas, para que você possa buscar vaga talvez sem gastar muito dinheiro com deslocamento ou alimentação (se o custo for baixo ou zero, o sacrifício vale a pena)
  5. ligue, se apresente e diga que deseja trabalhar para aprender. Não desanime se demorar a encontrar espaço, porque isso é natural do mercado em constante mutação
  6. ao arrumar uma vaga, dedique-se ao máximo, para que seu contratante considere sua mão de obra útil e rentável: é o primeiro passo para receber algum auxílio
  7. seja pró ativo e produtivo - primeiro a chegar e último a sair - entenda o negócio da empresa de trás para frente - tire sua dúvidas sempre
  8. seja um bom colega de trabalho: não ria demais para não tumultuar o ambiente mas não deixe de sorrir para não estragar o ambiente
  9. planeje seus passos, trace uma meta e cumpra ponto por ponto, com calma
  10. estude muito para demonstrar que não está alheio ao conhecimento obtido na academia
  11. leia muito e pondere sobre tudo que lê, porque uma das mais importantes experiências é a de vida e essa pode vir tanto do CEO quanto do estagiário

Educar o cliente

0 Comentarios | Postado em fev 04 2010

Educar o cliente sobre como o projeto será desenvolvido é primordial para um bom relacionamento. Já nas primeiras reuniões, quando o profissional se apresenta, a metodologia de trabalho, a divisão de tarefas e as responsabilidades de cada parte precisam ser estabelecidas.

Se um cliente quiser depois avacalhar o processo de trabalho (furar cronogramas, pedir alterações fora de contrato, alterar o briefing etc) o profissional tem como argumento a apresentação dos termos que regem o projeto e que o cliente já aceitou. Ele pode até insistir, mas não pode forçar e, se o contrato for assinado, então cabe até medida legal, ainda que esse desgaste raramente valha a pena. O ideal é investir em clientes que demonstram entender a regra do jogo antes de iniciada a partida, para não haver falta depois.

Já trabalhei numa empresa em que ouvi a frase “o cliente é completamente sem noção” mas no momento em que esse cliente fez solicitações absurdas eu perguntei: OqueVoceDisseParaEle? “Nada, vou dizer o que?” foi a resposta. A situação era a seguinte: o cliente é sem noção e está tentando impor seu ritmo. Se o profissional não der noção a ele, o problema nunca vai acabar.

Então vejo vários designers que reclamam da postura do cliente mas vejo vários desses mesmos designers que não querem gastar (investir?) um minuto sequer falando de metodologia, organização etc.

Sendo um cliente sem noção, é nossa obrigação dar noção a ele. Simples assim. Quem não explica, complica junto!

Quando um cliente fala “logom**ca” e o designer acompanha (não me atrevo a escrever essa palavra amaldiçoada), por ter uma postura “o cliente falou, então não vou corrigir, porque pega mal”, então o designer ao invés de propagar informação, está absorvendo (e ratifiacndo) desinformação. Ao invés de manter sua terminologia e num momento oportuno até apresentar os termos corretos (incluindo um glossário num manual de marca por exemplo), se o designer deixa passar as oportunidades de educar o cliente, acaba virando marionete no projeto.

Não falo de tutela, nem de ser também sem noção na hora de apresentar termos, criando situações constrangedoras e sim de entender o tempo do cliente e apresentar no momento certo o seu conhecimento.

O cliente gosta de saber que você entende do que está falando e vai enteder se você mostrar para ele que o termo é X e não Y porque também não gosta quando mudamos os termos dos dados que ele apresenta.

Ou alguém já viu algum nutricionista achar normal alguém chamá-lo de cozinheiro?

Projeto x Cliente

4 Comentarios | Postado em fev 03 2010

Alguns clientes pedem trabalhos com pouco prazo. Normalmente são mal organizados e cheios de vícios. O que eu mais vi até hoje são solicitações de departamentos de marketing, muito preocupados com a venda mas nada antenados com a técnica de venda, ou seja, ao invés de entender a linguagem de seu público e solicitar que o design também a siga ou deixar que o designer analise e proponha o caminho a seguir, de acordo com sua metodologia de trabalho, esses clientes recorrem a clichês do tipo “marca grande”, “coloca bold nesse texto”, “faz um splash”, “tá muito sem vida, coloca mais cor aí”.

FATO 001: os emails desses clientes são truncados e difíceis de entender (cheios de !!!!!! no final de cada frase).

FATO 002: esses clientes solicitam mil alterações mas não são as pessoas que vão aprovar o projeto, o que gera novas frustrações de ambos os lados.

Esse tipo de cliente pode trazer mais prejuízo do que lucro, porque se a empresa não cobra pelas mil e uma alterações solicitadas, então o tempo alocado em cada projeto pode exceder o valor do contrato e mandar o planejamento para o espaço.

Quando é um cliente só seu, ou um freela, fica a critério aceitar ou não, mas quando trabalhamos em um escritório de design, temos que nos adequar às decisões dos donos, que em 99% das vezes tendem a aceitar os pedidos urgentes e absurdos desses clientes (simplesmente porque se sua postura fosse diferente, sequer teriam esses clientes na casa, já os teriam farejado na primeira reunião).

O cliente não tem sempre razão. Seguir o que o cliente solicita de forma mecânica ou seguir a máxima “o cliente é o nosso maior patrimônio” é pedir para entregar a gestão da empresa nas mãos de terceiros e desmotivar a equipe.

Trabalhar numa empresa que permite que esse tipo de situação ocorra é escolha de cada profissional, de acordo com o momento em que se encontra sua carreira. Normalmente, quem não está com grana tende a aturar qualquer coisa e quem está estável parte logo para um emprego mais sério.

Quando ouço a famosa frase “precisamos disso para o quanto antes” ou “para ontem” já ligo o sinal de alerta: será que esse cliente vai querer pagar uma taxa de urgência? E será que um trabalho feito tão as pressas terá qualidade suficiente para atender ao projetista, ao cliente e ao público consumidor final? Caso o projeto não fique à contento, terá que ser refeito, certo?

É implicância minha ou em design, para alguns clientes nunca há tempo para fazer, mas sempre há tempo para REfazer?

Teatro - Memórias de uma Mulher Perdida

1 Comentario | Postado em jan 16 2010

Estreou no dia 15 de janeiro, no Teatro do Planetário da Gávea - Rio de Janeiro, uma peça da qual fiz o projeto gráfico: Memórias de uma Mulher Perdida (Monologo della Puttana in Manicomio, no original).

A principal proposta desta encenação é promover uma reflexão sobre aspectos da solidão, que podem se instalar e se manifestar na vida de qualquer indivíduo em sociedade, levando-o à loucura.

Dario Fo, além de ator e diretor, é reconhecido autor italiano de peças, romances e ensaios e, em 1997, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura pelo conjunto da obra. Franca Rame, atriz e escritora, é sua esposa e assídua colaboradora.

Em 1977, escreveram Monologo della Puttana in Manicomio. Esta peça foi inserida pelos próprios autores na luta antimanicomial da Itália, iniciada por Franco Basaglia, psiquiatra e precursor do movimento de reforma psiquiátrica italiano, na década de 60.



UFRJ recebe prêmio de melhor universidade
de Arte & Design do Brasil

2 Comentarios | Postado em out 30 2009

O prêmio de Melhor Universidade do Brasil na área de Arte & Design saiu para a UFRJ. O troféu do 5º Prêmio Melhores Universidades foi concedido pela Revista Guia do Estudante Banco Real/Grupo Santander 2009, em  cerimônia realizada na última terça, dia 27, no Teatro do Memorial da América Latina, em São Paulo.

Foram premiadas oito áreas, cada uma com um troféu para melhor instituição pública e outro para melhor universidade privada. As áreas de Ciências Sociais e Humanas e Ciências Exatas e Informática da UFRJ ficaram entre as três finalistas. Neste ano, o curso de Desenho Industrial ganhou a cotação “Excelente” na avaliação anual do Guia do Estudante.

Para o professor Marcus Dohmann, coordenador do Laboratório do Núcleo Gráfico do Departamento de Comunicação Visual (LabGraf) da Escola de Belas Artes (EBA/UFRJ), o prêmio torna a universidade vitrine nacional no setor de Arte & Design e referência para outras instituições.

“O troféu não é importante apenas para uma área, mas para toda a UFRJ, que precisa investir mais em sua imagem, ainda pouco notória no cenário nacional”, destacou Dohmann, enfatizando ainda o empenho de todos os funcionários do setor para que o prêmio fosse conquistado.

Via UFRJ

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Rio 2016, é sério?

7 Comentarios | Postado em out 02 2009

Sob risco de parecer pragmático demais, devo afirmar: acho muito estranha a possibilidade de um evento desses no Rio de Janeiro. Diria absurdo até, se nosso país não fosse tão marcado por absurdos que se tornam senso comum e causam letargia no povo.

Minha visão é simples: trazer uma olimpíada para uma cidade governada por bandidos, onde mendigos (adultos e crianças) se amontoam e só podem contar com a força da polícia e a boa vontade de algumas almas caridosas, onde diariamente vemos vendedores de bala nos ônibus, trocando 3 amendoins por R$ 1,00 para não ter que roubar, onde bandidos (adultos e crianças) entram pela porta de trás dos ônibus sem pagar, quando esses passam por suas comunidades, onde (adultos e crianças) cheiram cola e fumam crack, onde não se pode conversar no portão até tarde, onde um turista não pode andar com uma câmera fotográfica no pescoço, onde não se pode abrir a carteira em público pra pagar um café, onde ser parado pela polícia à noite significa prejuízo quase certo, onde ser abordado no sinal vermelho significa prejuízo quase certo também, onde vemos pessoas (adultos e crianças) fazendo literalmente malabarismos para ganhar seu dia, onde algumas pessoas moram em casas de papelão, com telhado de plástico, fincados no barro, que escorre morro abaixo quando chove, onde balas perdidas matam crianças de colo, onde fuzis que deveriam ser exclusivos das forças armadas (daqui e de outros países) são encontrados nas favelas na mão de bandidos (adultos e crianças), onde traficantes comandam suas ações mesmo estando presos (ou seja, quem está preso é o cidadão honesto), onde políticos de sorriso largo e moral estreita governam não pelo e para o povo e sim para as próximas eleições, como se estivessem jogando war, onde um jogo chamado War In Rio faz sentido, enfim, a lista pode crescer indefinidamente, basta parar para ler as notícias mais recentes e ver quais outros problemas minha humilde ignorância sequer arranhou. Será que essas questões foram colocadas no relatório entregue ao COI? Não seria razoável pensar que temos questões um tanto quanto urgentes e básicas pra resolver, como guerrilha urbana, antes de sediar um evento desse porte?

Eu não ando de carro blindado como quem me governa, não tenho seguranças e gerentes pra garantir minha paz. Eu mesmo tenho que ficar ligado no meu caminho, pra saber se ninguém vai interrompe-lo. E eu conheço razoavelmente minha cidade, mas tenho pena dos gringos que vem pra cá achando que o Rio é um paraíso (e será durante os jogos, caso seja escolhida como cidade sede, porque acontecerá todo um trabalho de maquiagem, de photoshop socio-político).

Agora, o que me dá mais pena é dos cariocas (eu inclusive), que são levados a esse clima de oba-oba, de pão e circo, mas que depois voltarão, com ou sem jogos, para a dura realidade de uma cidade governada por bandidos.

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Design em 56 questões

0 Comentarios | Postado em set 21 2009

Porque não existe um Quarteto de Design? Porque não existe um fomento nacional ao design? Porque as pessoas são mais atingidas pelo cinema do que pelo design? Os designers querem apenas ganhar dinheiro, os cineastas não? Os designers são escravos da indústria? Porque não existe um imposto compulsório para os designers? Porque os simpósios de design são tão detestáveis? O design é mais comercio do que cultura? Como podemos fazer um frio produto da indústria nos falar ao coração? O design tem uma função educativa? É um diletantismo do consumo querer possuir coisas belas? O design serve à auto-afirmação?

Coisas belas nos provêem com felicidade duradoura? Design precisa ser sempre bom? Um objeto pode ser uma expressão de nossa sociedade? Porque o design acredita não necessitar de uma teoria? Porque qualquer um pode se chamar de designer? A necessidade social do design é um romantismo social irrealista? O design pode ser político? O design tem que ser ético? O bom design é democrático? Pode se decidir democraticamente sobre o design? Precisamos de designers estrelas? Somente os projetos produzidos têm valor? Os melhores projetos acabam engavetados? O que faz um designer ter sucesso? A inteligência prejudica o sucesso do design?

Um bom designer pode ser superficial? Os designers não sabem ler? Porque os designers querem sempre reinventar as coisas? Porque os designers não admitem ser inspirados por outros projetos? O sampling só existe na música? As citações só existem na literatura? Porque os designers lidam tão mal com o passado e a tradição? Os designers se interessam por sua própria história? Há designers no Congresso Nacional? São os designers advogados do consumidor ao invés de agentes da indústria? A economia impulsiona o design ou o design impulsiona a economia? Porque os designers se tornaram tão apolíticos? Os designers ouvem o marketing?

Como conseguiram os publicitários se afirmar como criativos, quando eles servem mais ao comércio que os designers? Como os criadores de tendências se tornaram tão importantes? Devem os designers ser tão livres como os artistas? Porque os designers acreditam que devem argumentar com os termos do marketing? Porque o significado econômico do design deve ser mais importante do que o social? Porque a divulgação sobre design é tão ruim? Porque não há programas sobre design na televisão? Quem é a Maria Gabriela do design? Quando o design perdeu a sua relevância? Que idiota criou os termos Design Babys e Design Drugs?

Porque as instituições do design fazem tão pouco pela imagem do design? Porque acreditamos que o design tenha que ser limitado em relação às fronteiras das outras disciplinas? O design pode ser uma tendência cultural autônoma? Como, em um grupo tão pequeno, não se consegue concordar com alguns ideais? Pode o design transformar a sociedade? Quando se inicia o século do design?

Via Design Gráfico (via Freddy Van Camp)

Valorize seu trabalho

0 Comentarios | Postado em set 11 2009

O mercado está repleto de clientes que não valorizam o trabalho bem feito e tentam obter vantagens espúrias a partir de argumentos descabidos.

Veja uma lista de 10 armadilhas que irão desvalorizar seu trabalho e sua postura como profissional e precisam ser evitadas a qualquer custo:

01 Faça esse trabalho barato (ou de graça) e no próximo pagaremos melhor.
Nenhum profissional sério deixa de cobrar pelo seu serviço.

02 Nós nunca pagamos 1 centavo antes de ver o produto final.
Você está trabalhando desde a reunião de briefing e precisa receber uma entrada.

03 Esse trabalho será ótimo para seu portfolio! Depois desse você vai conseguir muitos outros.
O cliente é que deve investir em qualidade, por isso está contratando você.

04 Não temos certeza se queremos seu trabalho. Deixe os estudos comigo e vou falar com meu sócio e depois te dou uma resposta.
Seu trabalho só deve ser entregue mediante remuneração justa, acordada no inicio do processo.

05 Veja, o job não foi cancelado, somente adiado. Deixe a conta aberta e continuaremos dentro de um mês ou dois.
Seria um erro não faturar o que foi feito até o momento esperando que o trabalho continue depois.

06 CONTRATO?? Nós não precisamos assinar contratos! Não estamos entre amigos?
Todo profissional usa um contrato para definir como será o trabalho e quais as responsabilidades de cada parte envolvida.

07 Envie-me a conta depois que o material for pra gráfica.
Essa desculpa possivelmente é uma tática para atrasar o pagamento, já que na gráfica, o trabalho precisa de alterações intermináveis.

08 O último designer fez esse job por R$ XX.
Se o último designer era tão bom por que ele te chamou? Faça um preço justo, ofereça no máximo 5% de desconto e não abra mão disso.

09 Nosso orçamento para esse job é de R$ XX.
O valor do seu tempo e conhecimento não devem ser regulados por orçamentos de terceiros e sim pelo quanto você investiu em preparação para oferecer um trabalho de qualidade.

10 Estamos com problemas financeiros. Entregue o trabalho e te pagamos depois.
O trabalho só deve ser entregue mediante o pagamento acordado em contrato. Sem concessões.

Visto no Pto de Contato.

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Fotografia solidária

0 Comentarios | Postado em ago 29 2009
Fotos e Reencontros é um Blog que nasceu da idéia de Wilton Jr, fotógrafo da Agência Estado, a partir da atitude do também fotógrafo Severino Silva de tentar se aproximar, através da fotografia, dos moradores de rua na cidade do Rio de Janeiro.

É uma atividade que o Severo não conta para quase ninguém. Poucos conheciam até o momento, o quanto importante é isso para ele. Inúmeras vezes ele já levou remédios, alimentos e as valiosas fotografias que ele retrata dessa população nômade de nossa cidade.

Mas o principal mesmo é o contato, a conversa, a aproximação dessa gente sofrida, que o Severo realiza anonimamente.

A função deste Blog é colocar essas fotos que Severino Silva realiza nas ruas para que, de alguma forma, algum parente ou conhecido localize as pessoas retratadas. Com um pouco de sorte e bastante divulgação, talvez possa acontecer algum reconhecimento positivo.

Não sabemos ao certo os motivos que levam essa população a viver nas ruas, se é o abandono da família, se é o abandono do Estado e de que forma isso afeta as pessoas. No caso das doenças mentais, certamente, estas devem ser tratadas de forma moderna e eficaz, abolindo os hospícios como depósitos de seres humanos em condições psiquiátricas precárias. Mas, por outro lado, abandonar essa população à própria sorte nas ruas não é uma política pública social e decente.

Deixando de lado todas essas teorias, apresentamos aqui este trabalho que faz parte do Projeto Imagens Urbanas, que é um projeto de participação social através do fotojornalismo, realizado a principio por Severino Silva, Wania Corredo, Domingos Peixoto, Wilton Junior e Guillermo Planel.

Para acessar o blog, basta clicar em www.fotosereencontros.blogspot.com

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Como lidar com clientes?

0 Comentarios | Postado em ago 25 2009

Está no Vimeo também o vídeo da Palestra ministrada em junho de 2009, durante o evento 24h de Comunicação, da Faculdade CCAA, sobre como manter uma relação saudável e construtiva com o cliente.

Assista clicando aqui ou nas imagens.

Twitter para que?

3 Comentarios | Postado em ago 22 2009

Uma matéria do portal Globo.com corrobora minha teoria de que o Twitter ainda é usado para postar relatos que só dizem respeito ao umbigo do usuário, do tipo “não gosto de dia nublado”.

Foram apresentados dados da consultoria Pear Analytics, que analisou mensagens aleatórias no Twitter, onde  “os textos foram classificados em seis categorias: notícias, spam, promoções de empresas anunciando produtos e relatos sem maior interesse coletivo, bate-papo (entre duas pessoas) e reenvio de mensagens (retweet-RT)”.

O resultado:

40,55%    Relatos sem maior interesse
37,55%   Bate-papo
08,70%   Reenvio de mensagens
05,85%   Promoções
03,75%   Spam
03,60%   Notícias

Ou seja, o Twitter ainda é muito usado como uma agenda de adolescente: “quero registrar o que se passa na minha vida e dividir isso com o mundo, porque eu devo ser muito importante”.

O Twitter, em sua página inicial, incentiva os usuários a “descobrir e compartilhar o que está acontecendo em qualquer parte do mundo”, ou seja, compartilhar conhecimento. Foi exatamente o que aconteceu quando dos mais recentes conflitos no Irã, onde as pessoas usaram o microblog para levar ao mundo os problemas que estavam passando, numa situação onde a instantaneidade da web foi primordial.

Quero propor que o Twitter só seja usado em casos de guerra? Quando a China mandar mais soldados para o Tibet, ou quando os Talibãs cortarem mais dedos de eleitores, ou quando a Coréia testar mais armas nucleares? Não, claro que não (ainda que seja essencial que isso aconteça).

Existem algumas boas utilizações do Twitter, como por exemplo: Carol Hoffmann, que troca links e recomendações de leitura interessantes. Eu mesmo passo muitos recomendações para ela que são postados lá.

Acredito que toda tecnologia lançada leva um tempo até sua completa maturação e pelo visto o Twitter ainda está um pouco longe disso, mas tenho certeza de que ainda vamos ouvir falar de alguém que conseguiu potencializar as características desse serviço. O que é possível narrar no Twitter com 140 caracteres todo mundo já está testando. Mas como utilizar essa característica a favor da narrativa? Alan Moore faria um baile com isso . . .

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Portal Stalker - ficção científica real

0 Comentarios | Postado em ago 17 2009

Recebi um exemplar de Portal Stalker que, nas palavras de Nelson de Oliveira (idealizador do projeto) é uma revista de contos de ficção científica com periodicidade semestral.

Serão no total seis números e cada edição homenageia uma obra célebre do gênero: Portal Solaris, Portal Neuromancer, Portal Stalker, Portal Fundação, Portal 2001 e Portal Fahrenheit.

O objetivo do Projeto Portal é ter uma publicação de altíssima qualidade literária, que vire referência entre os escritores e os estudiosos do tema, e também entre os escritores e os estudiosos do mainstream.

O Projeto Portal não é comercializado. O lema é: poucos exemplares para poucos leitores exemplares. Por isso os números da revista não são vendidos, eles são distribuídos entre os melhores leitores do país.

Torço pelo projeto, que tem textos realmente muito bons. A iniciativa é (com o perdão do trocadilho) fantástica! A Sci-Fi brasileira precisa de espaços como esse. Até eu me animei a enviar meus textos para lá.

Para saber mais e entrar em contato com os realizadores, basta clicar aqui.

Find 2 x 2

6 Comentarios | Postado em ago 17 2009

Neste sábado, dia 16 de agosto, aconteceu na UERJ o FIND (Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital) e mais uma vez compareci para assistir as palestras de convidados nacionais e gringos.

No geral achei a organização do evento boa, mas um ou outro detalhe segue digno de nota: o evento foi realizado num local muito bom, o Teatro Odylo Costa, na UERJ, com capacidade para 1.106 lugares, o que garantiu que todos assistissem as palestras sentados (ao contrário de uma edição passada em que para ver o Sagmeister, muita gente ficou em pé ou sentado no chão). Mas faltou um pouco de sinalização para o local: uns banners conduzindo o público da entrada da UERJ até o auditório teriam ajudado bastante, vi muita gente pedindo informação pra chegar no local (eu inclusive).

A questão da tradução simultânea foi boa também, e vi pouca gente trocando os fones, o que demonstra clara evolução nessa área.

Sobre o que nos levou até o local: palestrantes, achei que o placar foi 2 x 2: das 4 palestras do dia, duas foram boas e 2 não foram, seja porque não falaram nada de novo ou porque se perderam do foco.

Chris Baylis - Clico, logo existo
Palestra boa, sobre campanhas on line foi bem interessante e mostrou algumas coisas do anúncio da TV Philips Cinema 21:9. Achei todos os argumentos válidos e bem expostos, com destaque para a crítica feita ao mercado brasileiro, onde “criativos” (odeio esse termo) gostam de centralizar o processo de geração de peças de comunicação para poder posar de autores máximos, ao contrário dos gringos, que se cercam dos melhores profissionais em cada ramo, para juntos obter o melhor resultado possível num anúncio, vídeo, foto ou o que for. Realmente o ego pode ser um problema no mercado de comunicação. Só não concordei quando ele disse que toda campanha precisa de uma ação on line para funcionar. Oliviero Toscani é um dos maiores comunicadores do mundo e fez isso a custa de, pasmem, cartazes (peça gráfica em extinção). Então não acho que tudo dependa da web para existir ou funcionar, mas como bem disseram meus amigos da 288, é nesse momento em que o cara puxa a sardinha pro lado dele . . .

Masa - Criatividade digital, posicionamento e promoção
Palestra fraca, com dicas óbvias de auto-promoção que já são praticadas por muitos alunos de 5º período de qualquer faculdade, então para profissionais, esperava que ele falasse mais.

A questão de “posicionamento” poderia ter sido abordada de várias formas: como se apresentar perante um cliente e o mercado (metodologia, sistema de cobrança, formalidade etc), que direcionamento ideológico move um profissional, que tipo de restrições morais um profissional se impõe e como isso se reflete na busca por trabalho, que tipo de encomenda nós devemos ou não aceitar, enfim, muitos recortes possíveis. De tudo isso ele só disse que prefere trabalhar para jovens e com esportes ou cultura. Ok, bom nicho muito agradável de atender, mas poderia ter falado de forma mais ampla.

O que se viu foi um relato de como ele chegou onde chegou, direito a falar (várias vezes) que fez trabalhos de um dia pro outro, como se isso fosse uma vantagem estratégica ou projetual. Falar num evento desses, pra tanta gente que o assiste, que um cliente pediu um trabalho de um dia pro outro e que isso foi aceito, sem explicar como se negocia isso, se é custo por hora, taxa de urgência, qual o custo a oferecer ao cliente por pedir algo com tão pouco planejamento, não sei mas acho meio nocivo, não? Que mentalidade vai se multiplicar a partir ed um discurso desses?

Mehdi Saeedi - CMYK Iraniano
Palestra ótima. O cara arrebentou e nem falou o tempo todo, porque metade do tempo foi destinado ao tradutor que o atendia na hora. Começou meio devagar porque o tradutor se limitava a repetir em português as palavras e não sua entonação, sem carga emocional, o que deixava o discurso meio cru e sem vida, mas o trabalho do cara é tão belo que isso sumiu na poeira. Lindas peças tipográficas e bem engajadas também.

veja mais no site dele clicando aqui.

Raphael Vasconcellos - Produto x Propaganda: quem mandará quando for tudo digital?
Palestra fraca. Valeu pelos momentos iniciais em que um problema técnico no som levou o palestrante a fazer uma “gambiarra” e aproveitar o microfone para captar o áudio direto do computador para enviar ao público. Jeitinho brasileiro utilizado para o bem. O tema não foi abordado, porque ao invés de falar sobre como os produtos serão acessados num mundo cada vez mais digital, como se dará o consumo e a busca por informação, o que se falou foi sobre como destacar um produto, criando em torno dele uma historia que faça com o que o observador tenha interesse sem necessariamente ser abordado por um anúncio. Ok, isso é válido, mas esse argumento já é um tanto batido e está em voga há uns 10 anos. Envolver um produto/serviço com significados extras? Foi a partir dessa idéia que se criou a frase preferida dos marketeiros: “agregar valor”.

Enfim, para não dizer que o evento teve aproveitamento de 50%, uma das melhores palestras (só perdeu pro iraniano), foi a do mestre de capoeira (se alguém souber o nome, me avise), que veio até o púlpito agradecer a Arteccom pelo apoio ao projeto social dele (recuperação de crianças marginalizadas a partir da capoeira, esportes, música etc), onde ele demonstrou todo seu conhecimento de pedagogia infantil e disse que tira a violência do cotidiano da criança com muito carinho (e mostrou o tamanho da mãozada que leva esse carinho todo rssss). Espetacular!

Foi bom também rever meus amigos (Carol Hoffman, Guilherme Howat e Guy Leal, Leonardo Caldi, Cassia e Soninha) e claro, alguns dos meus alunos participando da gravação do evento.

Eu penso em política

0 Comentarios | Postado em ago 14 2009

Só pra fechar minha lamentação sobre meu país, quando ouço alguém dizendo que não se preocupa com política, entendo que a decepção com o tema no Brasil seja tão grande que nos desmotive a entrar nesse buraco negro. A maioria das pessoas prefere nem lembrar que essa esfera existe, pra não alimentar expectativas e depois vê-las frustradas.

Entendo, mas discordo.

Pensar em política não quer dizer pensar em partidos políticos, que no nosso país são um câncer, e sim pensar nas questões que permeiam a coexistência entre pessoas, comunidades e culturas no espaço público (e na proteção do espaço privado).

Significa entender que decisões serão tomadas por gestores públicos e quais deverão ser tomadas por nós. E como essas duas instâncias irão interagir.

Não pensar em política é viver alienado, sozinho e ignorando a pessoa do seu lado, que habita o mesmo espaço que você e usufrui dos mesmos recursos (o equipamento urbano, meios de transporte, acesso a informação etc).

Alguém que não pensa em política não pode querer pensar em por qual motivo foi assaltado no sinal de trânsito, ao parar seu carro, porque quem o assaltou fez isso justamente por ser consequência de um sistema qualquer. E que sistema é esse?

Fiz questão de evitar a expressão “vítima do sistema” no parágrafo anterior porque nem todos são vítimas, alguns são oportunistas aproveitando brechas entre a lei e a justiça. Alguns camelôs não querem um emprego assalariado, com carteira assinada, VT + VR. Preferem ficar com suas barracas na calçada esperando que a Guarda Municipal siga para outro quarteirão para voltar a vender. Alguns ganham mais assim, na informalidade, do que muito segurança de banco por aí. Alguns meninos preferem trabalhar para o movimento no morro do que trabalhar como contínuos numa firma, porque o traficante lhes dá um status e uma remuneração “acima do mercado”.

Essas pessoas precisam de preparo, de alerta, de senso crítico, de ideologias e valores. Precisam também de investimento e fé (palavra que eu nem gosto de usar mas aqui cabe).

E veja que curioso: aquela pessoa que estudou a vida inteira, que teve acesso a informação, boa criação em casa, na escola, no trabalho, diploma, vivência, ou seja, aquela pessoa que dispõe o senso crítico essencial a tantos outros, que poderia compartilhar suas visões e oferecer alternativas, enfim, essa pessoa diz que “não pensa em política”.

Será que ela pensa em quanto custa um carro blindado?

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Pré-requisitos para altas posições

0 Comentarios | Postado em ago 14 2009

Alguém já teve um chefe incompetente e totalmente despreparado para o cargo? (ok, ok, eu também já tive).

Agora, verdade seja dita, a pessoa que vai liderar um processo deveria ser versada no assunto a tratar e ter conhecimento do que sua equipe é capaz de produzir e mais, deve saber o que sua equipe precisa produzir, porque vai atender a alguma demanda específica.

Pela lógica, não seria um qualquer a assumir uma posição importante, que fosse diretamente responsável pelo destino de outrem. Isso pela lógica. Porque em um pardieiro chamado Brasil a elegibilidade para cargos públicos tem se mostrado bastante flexível. Gostaria de saber quais os critérios para se lançar uma candidatura. Tentei achar no site do TSE mas não consegui (se alguém souber, por favor me avise).

O que nos acontece é que qualquer cidadão, em pleno gozo de seus direitos políticos, se lança candidato para nos brindar com pérolas durante a campanha eleitoral, onde demonstram total despreparo para gestão (e depois se elegem e aí praticam esse despreparo todo).

Imaginem a visão de tantos mestres e doutores, que suaram para obter seus diplomas, ao ver essa manada de acéfalos discursando por poucos segundos no horário eleitoral e pensar: “o salário dele será 6 ou 7 vezes maior que o meu”. Deve ser bizarro . . .

A administração pública deveria ser responsabilidade de quem pode e não de quem quer. Deveria haver um processo de triagem que nos livrasse de certos constrangimentos. E antes que alguém diga “mas o povo é culpado porque vota nessa gente”, bom, que povo? Os milhões e milhões de outros despreparados para o processo de escolha? Os milhões que todos os dias são assediados por essa gente politiqueira, nas suas comunidades, oferecendo cestas básicas (e bolsa esmola) em troca de votos? Não sei, mas acho que esses também precisam de treinamento (educação? um dos problemas que os legisladores deveriam resolver?). Senso crítico precisa ser estimulado . . .

Fico pensando: não seria lógico exigir de alguém que se presta a gerir processos, sejam quais forem, uma formação adequada em administração, economia, etc ou que os candidatos ao legislativo apresentem pelo menos diploma de direito? Não seria lógico pensar que para ser gestor de vidas, o sujeito deveria ser pelo menos o 3º grau?
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O poder da política

0 Comentarios | Postado em ago 13 2009

Não gosto de política partidária feita no Brasil. Simples assim. Acho que este sistema está falido e já deveria ter sido substituído por outro que valha o atual esforço do voto. Nossas crenças são diariamente desperdiçadas por um classe que, salvo raras e quase insignificantes exceções, utilizam a “máquina estatal” para realizar tráfico de influência, desvio de verbas, marketing pessoal e outras tantas práticas espúrias.

Os partidos políticos são como clubes de doutores em retórica vazia, sofistas de várzea e apedeutas que mais parecem saídos de programas humorísticos de quinta categoria. Nenhuma das categorias merece os pomposos salários que recebem.

Não há no Brasil um alinhamento ideológico sério, por conseguinte também não há uma filiação que se possa chamar de respeitável, o que leva a esse circo de troca de partidos da noite para o dia, de acordo com os interesses de projeção para a eleição seguinte. Ou seja, mudam de partido não porque se identificaram com uma nova proposta, uma ideologia e sim porque naquele momento (e só naquele momento) parecia mais promissor, dentro da meta de obter mais e mais poder, nem que seja micro poder.

Hoje ligamos a TV e vemos o suplente do suplente resolvendo questões que deveriam ser tratadas por gente que merece o lugar que ocupa, por ter sido corretamente escolhido, pelo voto da população. Qual compromisso com o bem estar coletivo essa gente terá ao tomar decisões importantes? E como ficam as pessoas que sequer puderam votar ou deixar de votar neles e agora também não têm acesso ao sistema que os mantém no cargo, tendo que assistir barbaridades sem fazer nada?

O Brasil é a maior democracia do mundo, mas muitas vezes os vários desdobramentos desse mesmo sistema democrático são utilizados de maneira prejudicial à população, criando essas aberrações, como analfabetos comandados como títeres por marketeiros apostadores, suplentes que congelam ações, poetas milionários e cínicos trocando de poder com outros cínicos piores que eles, líderes depostos pela porta dos fundos do executivo e recebidos pela porta da frente do legislativo, baixo e alto clero (como se o país pudesse se dividir em baixa e alta importância), enfim, é por essas e outras que não gosto desse sistema.

Ao que me consta, os problemas básicos de saúde, segurança, habitação e educação (que falta a muitos parlamentares) continuam os mesmos.

Não seriam muitos políticos “contratados” para no final não resolver o que se deve? Não são altos demais os salários? Não são grandes demais os benefícios? Não seria lei demais para pouca justiça?

Vídeo da Palestra Interfaces do Homem Digital

0 Comentarios | Postado em ago 13 2009

Está no Vimeo também o vídeo da Palestra ministrada em outubro de 2008, durante a 3ª Mostra da Faculdade CCAA, sobre como o homem contemporâneo transformou sua existência e suas relações sociais a partir das novas tecnologias.

Assista clicando aqui.

Entrevista UTV

0 Comentarios | Postado em ago 13 2009

Coloquei no Vimeo o vídeo da entrevista que eu concedi para o programa Expresso.com da Veiga de Almeida, transmitido pelo UTV (NET canal 11).

Assista clicando aqui.

Project Natal

4 Comentarios | Postado em jul 30 2009

Nova tecnologia da Microsoft, primordialmente para games, mas que já adianta múltiplas possibilidades:

Curioso é, além da tecnologia em si, claro, observar como os anúncios da Microsoft são ruins: caracterização clichê, antiquada (o pai da família parece ter vindo dos anúncios do início dos anos 90, com o mesmo sorriso forçado e cabelo “grisalho” pra deixar bem claro que é o pai), as atuações são toscas e forçadas, os textos, enfim, meio estranho (ou estou sendo implicante?)

Mas o game parece interessante…

1000 Fonts

16 Comentarios | Postado em jun 28 2009

Vários projetos meus foram publicados em um livro inglês de tipografia.

Membros da editora viram meu trabalho e enviaram convite para participar da seleção de projetos, baseados nas fontes que cada designer utiliza em seus projetos. Depois confirmaram que meu trabalho foi selecionado e agora o livro saiu:

São várias páginas, incluindo minha própria papelaria, o website feito para Eli Joory (em parceria com Ricardo Bezerra) e o projeto gráfico do evento MBA T, em parceria com André Mendonça). Seguem alguns exemplos:


1000 Fonts

An Illustrated Guide to Finding the Right Typeface
Edited by Bob Gordon
Text by Graham Davis, Robin Dodd, and Keith Martin

1000 Fonts — Finding the perfect font is tricky, and in an increasingly digital age, the options seem endless. This handy volume takes the mystery out of font selection by displaying the entire alphabet and numerals for 1000 unique typefaces, making it easy for designers—or anyone who works with type - to find the perfect face for any job. An easy-to-understand icon system organizes hundreds of fonts, making searching and cross-referencing easy. And, an additional feature, color photos offer real-world examples of many of the fonts in action, showing how they translate from screen to final layout. Accessible and thorough, 1000 Fonts is an indispensable tool for novice and expert designers alike.

Agradeço a Chronicle Books e aos que trabalharam comigo nos projetos.